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quarta-feira, 18 de março de 2015

“Por um amor tão seu” - Czar D’alma. 


 
"Por um amor tão seu" - Czar D'alma.
 

Caem folhas, abram rios, doces navios lhe tragam.
Dores de amores, viagens de flores em poucos algozes.
Minha frase de sertão do ser espelhado
No que eu nunca pude lhe dizer.

Se meus versos estiverem certos
Eu não sei como esculpir cada perdão.
Se a floresta não for deserto
Que me ampara na víscera solidão.

Um outono dentro do peito
E outro inverno em palavras
Colhidas por sua falta de sentimento...
Que pode entender sua própria fala se cala.



 
Então, vendo jornais e coisas que importância não roa
A frase que a minha alma sedenta colhia em seus braços
E morria em sua própria ambição.

Onde eu sou um tédio teu
E você de mim, meu pleno breu.
Vou do Vaticano ao lado judeu
E ainda não encontro perdão, 




por um amor tão seu.



“Por um amor tão seu” - Czar D’alma.

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