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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

“Sermão do monte, dos mortos e vivos”

“Sermão do monte, dos mortos e vivos” - Czar D'alma
 
 
 
 
 
 
“Sermão do monte, dos mortos e vivos”Czar D’alma.
 
Sabe quando a gente tem esperança
Quando um sorriso é lindo, puro e sadio,
Como o tatear de uma criança.
 
Assim caminha a melancolia da alma.
Quando as pessoas olham os pássaros e não alçam voo...
Assim, alguns perdem a fé.
 
Quando os adultos deviam amar e se não - Entender.
Como libertar o próximo de si mesmo.
Isso é caminhar no espírito, no amor e na caridade.
 
 
Me perdoe, mas não entendo de muita coisa.
Entendo como a pilha funciona no controle remoto,
Quando o frio da pele clama pelo casaco
E a alma, implora por afeto, compaixão e amor.
 
 
Se o mundo for perfeito, e não tiver amor.
Esse mundo é profano, hipócrita e frio.
Se o meu mundo não houver dor,
Onde habitará a minha sensibilidade?
 
Sei por que as lágrimas vêm
Sei por que as pessoas se vendem...
Por que, não imaginam o valor de cada gesto,
Do quanto é bom ouvir, ser entendido e amado.
 
Eu sei por que as pessoas morrem...
Por que o amor, não entrou em suas casas.
Ou por que, quem elas amavam ou beijara.
Trocaram-lhes por moedas do egoísmo.
 
 
 
 
 
 
 
Onde a sabedoria se perde, o amor encontra resposta.
Eu preciso de muita coisa da vida,
Mas todas essas coisas de nada valem
Senão houver amor.
 
Me perdoe por amar-te, e por não amar-te.
Por deixar meus egoísmos falarem mais alto
Do que a dor de quem passa fome, de quem não tem onde dormir.
 
 
 
Eu queria cobrar de muita gente...
Mas, eu ainda não aprendi a cobrar de mim.
Quando eu aprender a cobrar de mim...
Ninguém mais me deverá moeda alguma.
 
Eu perdoo cada mentira, cada gesto falso e inseguro,
Dos que, imaginavam construir felicidades pra si.
Pois, enquanto a gente não aprende a construir lares.
Não fará sentido habitar em mansões.
 
 
Mesmo quando tu a ti mentes dizendo ser feliz
E não entende a infelicidade de outro alguém.
Parece engano, mas, não seria... Se a mentira não vos fizesse tão bem.
Quando as lágrimas alheias são chuvas de esperança
A gente não empresta o guarda-chuva pra ninguém.
 
Deixa sangrar a coisa sã em nome de dogma e esquece
Que sem amor, toda doutrina, dogma e religião...
É puro esterco de porco, trapo de imundícia.
E não fui eu quem disse, senão, Isaías, Salmos e...
 
O próprio Messias.
 
 
“Sermão do monte, dos mortos e vivos” – Czar D’alma.
 

Um comentário:

  1. é amigo td aqui és muito lindo eu amei muito parabens anjo td de bm paa vc bjss

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