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quarta-feira, 18 de março de 2015

“Por um amor tão seu” - Czar D’alma. 


 
"Por um amor tão seu" - Czar D'alma.
 

Caem folhas, abram rios, doces navios lhe tragam.
Dores de amores, viagens de flores em poucos algozes.
Minha frase de sertão do ser espelhado
No que eu nunca pude lhe dizer.

Se meus versos estiverem certos
Eu não sei como esculpir cada perdão.
Se a floresta não for deserto
Que me ampara na víscera solidão.

Um outono dentro do peito
E outro inverno em palavras
Colhidas por sua falta de sentimento...
Que pode entender sua própria fala se cala.



 
Então, vendo jornais e coisas que importância não roa
A frase que a minha alma sedenta colhia em seus braços
E morria em sua própria ambição.

Onde eu sou um tédio teu
E você de mim, meu pleno breu.
Vou do Vaticano ao lado judeu
E ainda não encontro perdão, 




por um amor tão seu.



“Por um amor tão seu” - Czar D’alma.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Vida e Razão


“Vida e Razão” Czar D’alma


“Vida e Razão”  –  Czar D’alma

 
Pai me perdoa ao não perceber

Aquela chama de amor se apagar

Quando as coisas se foram...

Levando a minha alma, pra trás se entregar.


Pai vê se lembra de mim... Pois sei que eu errei.

Eu queria tanto o seu carinho, perdão divino.

Rasgar de mim esse pecado que comi

Mas de agora em diante vomitei.


Pai me perdoa, por confiar somente em pessoas.

Não vi o seu grande amor, tentei da vida despir e também de mim...

Mas, não precisa ser assim, não pode terminar aqui,

A vida ainda pode me dar motivos para sorrir.


Entendes sim, quando me agito, oro e grito aflito

Por que sem teu perdão não há paz

E tampouco consolo, vida e razão.

Me perdoe o meu sentido sem reflexão.


Parecia que eu nunca cairia, mas nisso já havia queda,

Nisso estava em mim a minha falta de humildade e paixão;

Eu sei que, erro muito, mas ainda venho até aqui...

Por que só o seu perdão, expurga meu pecado, dá-me vida e razão.


Escuta Pai. Eu quero estar contigo apesar de mim

Eu não quero escutar conselhos ímpios

Mesmo em meio aos falsos irmãos.


Pai, de tudo que posso dizer...

Eu preciso é de perdão!


Se alguém, me ofereceu, fui eu quem cedeu à tentação.

Não entendo por que, as pessoas mentem, traem e pecam

Mas, os humanos são assim... Mesmo sendo assim vim aqui

Eu quero a partir de já viver somente pra ti.


Pai, não posso me justificar e nem quero.

Eu quero o seu amor, seu abraço e perdão.

A vida é pra se viver, e o coração para amar...

Mas em ti descubro que eu existo pra ser feliz, ser emoção.
É quando tu me abres os braços que volto à vida

E estendo aos meus devedores a mesma graça e paixão.

Esse milagre, chamado perdão.


Mas não posso me esquecer daqueles que ficaram ao meu lado...

Mesmo quando a vida parecia me dizer – NÃO!

Esses anjos-irmãos da cruz e do sangue de Jesus.

Que perceberam a minha fragilidade e jamais...

Lançaram-me em rosto a minha própria aflição!

"Vida e Razão." - Czar D'alma


P.s.: Dedico esse poema à todos meus, pais espirituais, irmãos, amigos,
familiares  e
pra todos que, veem me auxiliando e me estendendo as mãos!
 

sábado, 19 de janeiro de 2013

Por um dia de felicidade

"Por um dia de felicidade" - Czar D'alma

“Por um dia de felicidade" – Czar D’alma


Eu não sei de poesias

Enquanto observo quadros em minha mente,

Eu não sei da cor da vida e de cada maresia.


Eu sinto porções de amor pelos poros

Eu desejo uma paz, de onde os anjos descendem.


Eu ainda não sei o que lhe dizer,

Quando a noite for mais dor do que fria.

Enquanto os desejos são vis, os homens insanos.

E perceber-te perto do mundo, sem a mim em seus planos.

Eu ainda não sei de poesia, de pintura, arte e canção.

Eu só sei que arde quando eu entro pelo meu gelado portão.

E tu não estás lá...

E eu não tenho mais poesia.


Devolve-me a minha alegria, me dá um bom dia.

Querer um beijo é além das minhas euforias.

Então, me dá atenção e devolve-me a poesia.

Enquanto os amigos me visitam e minha alma dissolve.

Por que, os lírios estão ao meu redor...

E meus amigos choram, com meu silêncio,

Eu juro que ainda não sou o Sr. Jó.

A poesia. Devolva-a pra mim...


Eu estava feliz, quando eu tinha carne nos ossos.

Enquanto, o sol ardia em minha pele e o mar,

Não me gritava que de ti, eu teria que me lembrar.


Tu guardas um rebanho, voltas pra Macaé,

Mas é quando sorri, sente-se só que abro o sorriso...

E espero essa reverenda voltar a me olhar

Como quem abraça uma ovelha e nela, ainda tem fé.

Então profetiza pra mim, não deixa a mentira sorrir...

E verbaliza que um dia ainda, serei feliz.

E tu ainda nem me percebes...

Por que, tu vais ao poço samaritano e bebe,

Do messias o seu cerne.


“Por um dia de felicidade – Czar D’alma


P.s.: Homenagem a Rev. Fatima, Igreja Metodista - Nova iguaçu.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

“Sermão do monte, dos mortos e vivos”

“Sermão do monte, dos mortos e vivos” - Czar D'alma
 
 
 
 
 
 
“Sermão do monte, dos mortos e vivos”Czar D’alma.
 
Sabe quando a gente tem esperança
Quando um sorriso é lindo, puro e sadio,
Como o tatear de uma criança.
 
Assim caminha a melancolia da alma.
Quando as pessoas olham os pássaros e não alçam voo...
Assim, alguns perdem a fé.
 
Quando os adultos deviam amar e se não - Entender.
Como libertar o próximo de si mesmo.
Isso é caminhar no espírito, no amor e na caridade.
 
 
Me perdoe, mas não entendo de muita coisa.
Entendo como a pilha funciona no controle remoto,
Quando o frio da pele clama pelo casaco
E a alma, implora por afeto, compaixão e amor.
 
 
Se o mundo for perfeito, e não tiver amor.
Esse mundo é profano, hipócrita e frio.
Se o meu mundo não houver dor,
Onde habitará a minha sensibilidade?
 
Sei por que as lágrimas vêm
Sei por que as pessoas se vendem...
Por que, não imaginam o valor de cada gesto,
Do quanto é bom ouvir, ser entendido e amado.
 
Eu sei por que as pessoas morrem...
Por que o amor, não entrou em suas casas.
Ou por que, quem elas amavam ou beijara.
Trocaram-lhes por moedas do egoísmo.
 
 
 
 
 
 
 
Onde a sabedoria se perde, o amor encontra resposta.
Eu preciso de muita coisa da vida,
Mas todas essas coisas de nada valem
Senão houver amor.
 
Me perdoe por amar-te, e por não amar-te.
Por deixar meus egoísmos falarem mais alto
Do que a dor de quem passa fome, de quem não tem onde dormir.
 
 
 
Eu queria cobrar de muita gente...
Mas, eu ainda não aprendi a cobrar de mim.
Quando eu aprender a cobrar de mim...
Ninguém mais me deverá moeda alguma.
 
Eu perdoo cada mentira, cada gesto falso e inseguro,
Dos que, imaginavam construir felicidades pra si.
Pois, enquanto a gente não aprende a construir lares.
Não fará sentido habitar em mansões.
 
 
Mesmo quando tu a ti mentes dizendo ser feliz
E não entende a infelicidade de outro alguém.
Parece engano, mas, não seria... Se a mentira não vos fizesse tão bem.
Quando as lágrimas alheias são chuvas de esperança
A gente não empresta o guarda-chuva pra ninguém.
 
Deixa sangrar a coisa sã em nome de dogma e esquece
Que sem amor, toda doutrina, dogma e religião...
É puro esterco de porco, trapo de imundícia.
E não fui eu quem disse, senão, Isaías, Salmos e...
 
O próprio Messias.
 
 
“Sermão do monte, dos mortos e vivos” – Czar D’alma.
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

“Meus dedos para meu Pai”


“Meus dedos para meu Pai” – Czar D’alma


“Meus dedos para meu Pai” – Czar D’alma

Os meus dedos descrevem memórias

De onde a minha vida eu bebo.

Eu desejo a vida forte pra todos

Eu quero a sorte e a delicia dos casais.

Os meus dedos estão tão sós...

Algumas memórias me mordem nas madrugadas

E pelas manhãs os meus dedos pedem forças a mais.

Pra meu Deus, pra esse meu lindo Pai.


Eu vou desenhar nas nuvens

Histórias de amor que não acabam jamais

Onde as crianças dançam sorridentes

E os meus dedos pra ninguém aponta mais.


Senão pra indicar onde mora o meu Pai.


“Meus dedos para meu Pai” - Czar D’alma